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A felicidade, não existo

Devir, dever

Arthur Rimbaud, o profeta. Eu, a mulher

Inútil

Pelos cães que ladram e mordem!

A morte da flor

À risca

As ratazanas do Arco do Telles

A luz

O Milagre Míope

As belas manhãs

Vazio vazado

No nó

Garrafas, copos, cálices

Encarnação

Papel, lápis, borracha

Mãe

Ó, graça!

Ampla

Para Lalesca

Minha grande alegria

A borboleta quase-morta de manchinhas marrons

Estando só

Um

Ordem e caos

Mal dita

Beleza repensada

Ideal

Amor livre

A dúvida do duplo

Pequenininhos

Um trecho de hipocrisia

Cão sem dono

Rebuscamento

In teoria

Poemas antigos: Dois pés do asfalto